segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
"UM OTIMISTA INCORRIGÍVEL" (MICHEL J. FOX) OU GANA DE VIVER?

Lendo uma entrevista publicada no jornal 'O Globo' de hoje (15/11/09 - 2º caderno 1ª página) ele relata alguns momentos de sua vida posterior a notícia de estar com Parkinson, ele ao invés de se lamuriar, arregaçou as mangas e criou uma fundação de ajuda às pesquisas e pessoas que sofrem desse problema, tentando de alguma forma encontrar uma cura. Escreveu em 2000 o livro 'Homem de sorte' e agora está lançando 'Um otimista incorrigível' onde relata todo o processo de sua doença e busca pela cura.
Dessa entrevista vou retirar uma resposta dele à pergunta do jornalista, que em meu ponto de vista relata com exatidão os sentimentos de TODAS as pessoas que estão passando por problemas sérios de saúde, abaixo segue a resposta de Fox a pergunta.
- (P): Em 'Um otimista incorrigível' sua descrição para seu último dia de filmagem de 'Spin City' é bastante emocionante, principalmente pelas semelhanças entre os diálogos do personagem e a situação por que você passava. Em que você pensou naquele dia?
- (R MJF):Foi muito difícil, mas eu tinha certeza de que minha carreira não definia quem eu era, assim como eu não seria definido pelo Parkinson. Todos nós sempre podemos escolher entre ficar parados em cima de nossas perdas pessoais ou seguir em frente permitindo que o ânimo surja das nossas possibilidades da vida. Não me foi dada a oportunidade de escolher se eu queria ou não ter Parkinson. Mas todo os resto dependia de mim.
Nninguém escolhe ficar doente e quando ficamos, existe uma mudança significativa em nós de como ver a vida, e tentar de alguma forma mudar nossa nova perspectiva diante da nova situação a que passamos a vivenciar. Em nenhum momento queremos que tenham pena, queremos sim que nos deem forças para conseguirmos LUTAR PELA VIDA e a melhor forma é nos ouvindo quando precisarmos falar, as orações também ajudam muito, falando 'abobrinha' também e quando falarmos algo não achar que queremos ser os 'donos da verdade', ninguém tem a pretensão de ser DEUS, de ser perfeito...
A diferença é que temos, a partir da descoberta do problema, teoricamente (pois depende da vontade e gana de viver de cada um) uma espada enfiada em nossas cabeças e dependendo de nossas reções em relação ao seu problema, ela pode afundar um pouco mais ou simplesmente ir diminuindo a compressão e acabar saindo denossas cabeças. Nós temos a noção exata que que a VIDA tem um COMEÇO, MEIO E FIM! E só quem está passando por isso tem essa persepção! Não adianta dizer o contrário, porque é exatamente assim, por esse motivo passamos a ver a vida com outros 'olhos'!
A minha espada está saindo e a sua, quando vai querer que ela saia? Tropeçar, cair faz parte do processo, o que realmente não se faz é desistir da luta e perder a guerra! PORTANTO VAMOS CONTINUAR LUTANDO PARA VENCER ESSA GUERRA!
Bjos,
Deborah
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
CÂNCER DE BEXIGA

Introdução
A bexiga é um órgão alojado na pélvis e que tem a capacidade de se expandir e que possui a função de armazenar a urina produzida pelo nosso corpo. Todo o sistema urinário, incluindo rins, ureteres, bexiga e uretra, é revestido internamente por uma camada de células transicionais, chamado uretélio. O uretélio está separado dos músculos da bexiga por uma faixa fina de tecido chamada de lâmina própria. O comprometimento da lâmina própria pelo tumor separa tumores que tenha se infiltrado pelo músculo, constituindo um câncer invasivo, daqueles que não o invadem (cânceres superficiais ou não - invasivos).
Os tumores de bexiga são tumores malignos que se originam na bexiga. Diferentes tipos são descritos pela sua profundidade de acometimento e se cresce para dentro da bexida ou em direção dos músculos da bexiga.
- Existem três tipos de tumores de bexiga:
Tumor de células transicionais : 90% dos casos
Carcinoma espinocelular: 8%
Adenocarcinoma: 2%
Outros tipos de câncer podem se iniciar na bexiga, porém são mais raros, e incluem sarcomas (que se origina do músculo da bexiga) e tumores anaplásicos de pequenas células.
O tumor de células transicionais são subcategorizados em
- Superficial: limitado ao urotélio (não-invasivo). Pode vir a se espalhar na camada de tecido conjuntivo (lamina propria) que fica abaixo do urotélio.
Invasivo: atinge a camada muscular de bexiga (muscularis propria) e algumas vezes a camada gordurosa ou tecido que recobre externamente o músculo da bexiga.
Papilar: Papilar é uma palavra que descreve um crescimento que se assemelha com um pequeno pólipo ou flor de células tumorais. Tumores papilares não invasivos crescem para a cavidade da bexiga, ficando com que boiando na urina acumulada. Tumores papilares invasivos crescem em direção do músculo da bexiga
Carcinoma in situ: É um tumor não invasivo que cresce na camada que reveste internamente a bexiga e aparecem como lesões achatadas ou planas dentro da bexiga. Tumores planos invasivos podem invader camadas mais profundas da bexiga, particularmente a camada muscular.
Tanto os tumores de células transicionais como os carcinomas e adenocarcinomas podem se metastatizar, isto é, se espalhar pelo organismo, caracterizando uma doença avançada. Quando o tumor cresce e invade os tecidos que envolvem a bexiga (útero e vagina na mulher e próstata no homem), é chamada de doença localmente avançada. A doença também pode se espalhar para linfonodos próximos e/ou fígado, ossos e pulmões, se denominando de metástases à distância.
Incidência
Estima-se que a cada ano são diagnosticados 57400 casos novos de câncer de bexiga, nos Estados Unidos. Também se calcula que 12500 pessoas morrerão desta doença. O tumor de bexiga é o quarto tumor mais freqüente entre os homens e o décimo entre as mulheres. No Brasil, estima-se que 3,9% dos cânceres masculinos sejam de bexiga, sendo 8600 casos novos ao ano. É 2,5 vezes mais comum no homem do que na mulher. A média etária para o seu aparecimento é de 68 anos.
Causas
Ainda não se sabe exatamente o que causa o câncer de bexiga. Alguns fatores de riscos foram relacionados nos pacientes com este tumor. Um fator de risco é algo ou situação que eleva a chance do desenvolvimento da doença. Mesmo assim, a maioria das pessoas expostas a estes fatores de risco não desenvolvem a doença e alguns que ficam doentes, não tem nenhum dos fatores de risco identificados.
Estudos científicos identificaram os seguintes fatores de risco para o câncer de bexiga:
Idade: Quanto mais velho, maior a chance. Este tumor raramente ocorre antes dos 40 anos.
Fumo: é o principal fator de risco. Fumantes têm 2 a 3 vezes mais chances de desenvolverem um tumor de bexiga do que não fumantes. Inclui os que usam cachimbo e charutos.
Tipo de trabalho: Alguns tipos de empregos também parecem aumentar os risco devido à presença de produtos carcinógenos no local de trabalho. Trabalhadores em industrias de borracha, produtos químicos, produtos de couro, metalúrgicos, , maquinistas, pintores, área têxtil, caminhoneiros e cabeleireiros.
Infecções: Infecções por parasitas aumentam o risco de tumor de bexiga. Estes parasitas são comuns em áreas tropicais.
Antecedente familiar: Pessoas que tenham membros da família com tumor de bexiga têm mais riscos de ter a doença. Os pesquisadores estão estudando alterações em certos genes que podem aumentar o risco de câncer de bexiga.
Antecedente pessoal de tumor de bexiga: quem já teve tumor de bexiga tem um risco de apresentar a doença novamente.
Sinais de alerta
Sangue na urina. Dor ao urinar. Urgência ou necessidade freqüente para urinar.
Estes sintomas não são sinais de certeza para câncer de bexiga. Infecções, tumores benignos, pedras na bexiga (litíase vesical) podem causar estes sintomas. Pessoas que tenham qualquer um destes sintomas deve procurar um médico para avaliação e diagnóstico. Pode ser um clínico geral ou um urologista, médico especialista em doenças do sistema urinário.
Diagnóstico
Para diagnóstico do câncer de bexiga, após anamnese e exame físico, o médico poderá indicar um ou mais dos seguintes procedimentos e/ou exames laboratoriais:
- Exame de urina: exame laboratorial para identificar sangue, células tumorais.
- Cistoscopia: o médico usa um tubo fino (cistoscópio) para olhar diretamente dentro da bexiga. O médico introduz o cistoscópio através da uretra (canal por onde sai a urina). Geralmente este procedimento requer anestesia. A identificação de lesões suspeita neste exame faz com que o médico retire pequenos pedaços de tecido (biópsia) pelo cistoscópio e os manda para o patologista, que examina os fragmentos pelo microscópio. Para alguns pacientes o médico pode aproveitar e retirar toda a área cancerosa durante a biópsia, no mesmo tempo cirúrgico.
Estadiamento
Após o diagnóstico confirmado de câncer de bexiga, o medico necessita saber em que estágio a doença está para planejar o melhor tratamento. Estadiamento é uma pesquisa cuidadosa para ver se o câncer invadiu a parede da bexiga ou se espalhou para outras parte do corpo. Este processo inclui exames de imagem (tomografia, ressonância, ultrassom, raioX, cintilografia óssea).
- Estes são as principais características de cada estágio de doença:
Estágio 0 - as células tumorais são encontradas somente na superfície do urotélio, camada que recobre internamente a bexiga. O médico pode chamar de câncer superficial ou carcinoma in situ.
Estágio I - As células tumorais são encontradas em toda espessura do urotélio, mas não atinge a camada muscular
Estágio II - Células tumorais atingem a camada muscular da bexiga
Estágio III - O tumor pega toda espessura da perde da bexiga, atingindo inclusive tecido que recobrem a bexiga. Pode atingir ainda a próstata nos homens ou útero ou vagina nas mulheres.
Estágio IV - Câncer se extende até a parede do abdome ou pélvis. Atinge as ínguas (linfonodos) ou outros órgãos distantes à bexiga, como pulmão.
Tratamento
O tratamento deve ser realizado por um profissional especializado. No caso do tumor de bexiga, um urologista e um oncologista clínico. Uma combinação de diferentes terapias incluindo cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou terapia biológica podem ser usadas e o médico especialista é a melhor pessoa para descrever o tratamento e as opções em cada caso e discutir as expectativas dos resultados.
CIRURGIA - O tipo de cirurgia depende do estágio e tipo de tumor.
- Ressecção transuretral: com o cistoscópio o médico remove o câncer e pode queimar a área com corrente elétrica (fulguração). Após esta cirurgia pode ainda haver necessidade de radioterapia, quimioterapia ou terapia biológica.
Cistectomia radical: em casos mais avançados o tipo mais comum de cirurgia seria a retirada total da bexiga, juntamente com os linfonodos da área (ínguas), parte da uretra (canal de saída da urina) e outros órgão envolvidos (próstata, vesícula seminal e vasos deferentes nos homens e útero, ovários e trompas e parte da vagina são removidas). Após a cistectomia radical o cirurgião faz outra maneira para o doente eliminar a urina, seja por sacolas externas ao corpo, ou construindo bolsões com parte do intestino.
RADIOTERAPIA - A radioterapia utiliza raios de alta energia para matar as células tumorais. É uma terapia local, afetando as células somente na área tratada. A radiação externa é o mais comumente empregado: Um grande aparelho irradia a área do tumor. É um tratamento ambulatorial, freqüentemente por 5 dias na semana durante 5 a 7 semanas. Este esquema protege células sadias e tecidos a agüentar a radiação
QUIMIOTERAPIA - É o uso de medicamento ou combinações de diferentes medicamentos para matar as células tumorais. Dependendo do estádio do tumor,pode se fazer uma terapia local ou quimioterapia sistêmica. O oncologista clínico poderá discutir o tratamento mais adequado para cada paciente.
TERAPIA BIOLÓGICA ou IMUNOTERAPIA - Esta terapia utiliza a habilidade natural do corpo humano (sistema imunológico) em combater o câncer. Está mais indicado após ressecção transuretral por tumor superficial. Isto ajuda o tumor a não retornar mais. A terapia biológica intravesical utilizada é com uma solução de BCG. Esta solução contém bactérias vivas e atenuadas (enfraquecidas laboratorialmente) e é injetada na bexiga e retida por 2 horas. Geralmente este tratamento é feito uma vez por semana durante 6 semanas.
Sobrevivência
Quando diagnosticados em estadio inicial, a sobrevida por 5 anos chega a 94%. A taxa de sobrevida para pacientes com tumor de bexiga avançados localmente ou com metástases á distância são de 48% e 6%, respectivamente.
Setenta e quatro por cento dos pacientes apresentam-se na época do diagnóstico com lesões não-músculo-invasivas, o que justifica sua baixa mortalidade (1,8% de todos os óbitos por câncer). Graças ao diagnóstico mais precoce e ao tratamento efetivo das lesões superficiais, a sobrevida dos portadores tem aumentado substancialmente nas últimas três décadas. No Brasil, estimam-se 1500 mortes ao ano, decorrentes de câncer de bexiga.
Setenta e quatro por cento dos pacientes apresentam-se na época do diagnóstico com lesões não-músculo-invasivas, o que justifica sua baixa mortalidade (1,8% de todos os óbitos por câncer). Graças ao diagnóstico mais precoce e ao tratamento efetivo das lesões superficiais, a sobrevida dos portadores tem aumentado substancialmente nas últimas três décadas. No Brasil, estimam-se 1500 mortes ao ano, decorrentes de câncer de bexiga.
Perguntas que podem ser feitas ao médico, se você tem câncer
Meu câncer de bexiga é superficial, ou invade músculo?
Meu câncer está em que estágio?
Eu preciso de cirurgia? Quão extensa seria?
Qual é o papel de quimioterapia, ou radioterapia?
Durante a cirurgia vai ser injetada alguma droga dentro de minha bexiga?
Vou poder controlar minha urina, depois da cirurgia?
Vou poder ter atividade sexual, depois do tratamento?
Se a bexiga não for removida, quantas cistoscopias deverei fazer depois, e em qual freqüência?
Meu câncer está em que estágio?
Eu preciso de cirurgia? Quão extensa seria?
Qual é o papel de quimioterapia, ou radioterapia?
Durante a cirurgia vai ser injetada alguma droga dentro de minha bexiga?
Vou poder controlar minha urina, depois da cirurgia?
Vou poder ter atividade sexual, depois do tratamento?
Se a bexiga não for removida, quantas cistoscopias deverei fazer depois, e em qual freqüência?
Informações tiradas do site: http://andre.sasse.com/bexiga.htm
ABRALE ON-LINE: EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Programa de Educação à distância
Direcionado aos profissionais de saúde, pacientes e familiares, este projeto visa proporcionar informação atualizada sobre diagnósticos e tratamentos por meio de aulas gratuitas via internet.
Conheçam mais sobre os projetos da ABRALE no site http://www.abrale.org.br/
Informação tiradas do site da ABRALE
O PRECONCEITO NAS RUAS...

É impressionante como as pessoas mal informadas são preconceituosas quando não tem conhecimento a respeito daquilo que elas veem e e não sabem exatamente o que é.
Eu digo isso, porque quando estava fazendo o tratamento de radioterapia do da cabeça, depois da cirurgia de remoção do tumor (metáse da mama), o meu cabelo (em consequência ao tratamento) caiu todo e como não conseguia usar a peruca por conta de que o velcro que ajustava em minha cabeça estava bem em cima da cicatriz da cirurgia e acabou machucando, por esse motivo optei por usar um chapeu.
Quando pegava o ônibus do metrô para descer na estação de Botafogo, eu entrava no ponto inicial na PUC-RJ, e sentava no banco próximo ao da porta de saida, e por incrível que pareça o lugar ao meu lado era ocupado por pessoas mais humildes, o ônibus ficava lotado e ninguém se atrevia a sentar ao meu lado, eu ria com a situação. Eram universitários, empresários, pessoas aparentemente com um grau e instrução elevado, que preferiam ficar em pé a que sentar no lugar que estava vago ao meu lado, não sei se era por medo ou repulsa a imagem de uma pessoa que estava careca e que estava estampado que tinha câncer.
Como disse no começo da postagem do blog, O CÂNCER NÃO PASSA ATRAVÉS DO CONTATO FÍSICO, VOCÊ ADQUIRE POR OUTROS FATORES, ENTÃO VAMOS DESMISTIFICAR ISSO, ACABAR COM ESSE PRECONCEITO E DIVULGAR MAIS COMO COMBATER ESSA DOENÇA QUE AFETA AS PESSOAS NOS DIAS DE HOJE, A INFORMAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO PARA ACABAR COM O MEDO E O PRECONCEITO.
SÓ ASSIM AS PESSOAS PODERÃO COMBATER O CÂNCER COM CONSCIÊNCIA E OBTER UM MELHOR RESULTADO NO TRATAMENTO!
Bjos
Deborah
Eu digo isso, porque quando estava fazendo o tratamento de radioterapia do da cabeça, depois da cirurgia de remoção do tumor (metáse da mama), o meu cabelo (em consequência ao tratamento) caiu todo e como não conseguia usar a peruca por conta de que o velcro que ajustava em minha cabeça estava bem em cima da cicatriz da cirurgia e acabou machucando, por esse motivo optei por usar um chapeu.
Quando pegava o ônibus do metrô para descer na estação de Botafogo, eu entrava no ponto inicial na PUC-RJ, e sentava no banco próximo ao da porta de saida, e por incrível que pareça o lugar ao meu lado era ocupado por pessoas mais humildes, o ônibus ficava lotado e ninguém se atrevia a sentar ao meu lado, eu ria com a situação. Eram universitários, empresários, pessoas aparentemente com um grau e instrução elevado, que preferiam ficar em pé a que sentar no lugar que estava vago ao meu lado, não sei se era por medo ou repulsa a imagem de uma pessoa que estava careca e que estava estampado que tinha câncer.
Como disse no começo da postagem do blog, O CÂNCER NÃO PASSA ATRAVÉS DO CONTATO FÍSICO, VOCÊ ADQUIRE POR OUTROS FATORES, ENTÃO VAMOS DESMISTIFICAR ISSO, ACABAR COM ESSE PRECONCEITO E DIVULGAR MAIS COMO COMBATER ESSA DOENÇA QUE AFETA AS PESSOAS NOS DIAS DE HOJE, A INFORMAÇÃO É O MELHOR REMÉDIO PARA ACABAR COM O MEDO E O PRECONCEITO.
SÓ ASSIM AS PESSOAS PODERÃO COMBATER O CÂNCER COM CONSCIÊNCIA E OBTER UM MELHOR RESULTADO NO TRATAMENTO!
Bjos
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